Participação no V CIAD

COMUNICA: algumas das pesquisas em curso (slides)

RESUMO

COMUNICA: UM GRUPO DE PESQUISA DO LABEPPE

No fim de 2017, o Grupo de Pesquisa Comunica – inscrições linguísticas na comunicação iniciou novo ciclo: dois projetos de pesquisa, em certa medida continuidade dos anteriores, definem-se agora com foco no estudo das materialidades inscricionais, tanto porque as pesquisas desenvolvidas por seus membros levaram à leitura de filósofos, sociólogos, historiadores e geógrafos que abordam a relação espaço-tempo característica do atual período, fundamentalmente ligada aos objetos técnicos que o definem, quanto porque em junho desse ano foi fundado o Labeppe – Laboratório de Escritas Profissionais e Processos de Edição. Herdeiro do grupo de pesquisa homônimo, sediado no CEFET-MG de Belo Horizonte, reúne pesquisadores de quatro instituições (CEFET-MG, UECE-Fortaleza, Unesp-Araraquara e UFSCar-São Carlos, onde abriga dois grupos de pesquisa: o Comunica e o Grupo de Pesquisa Literatura e Tempo Presente). Esse caráter interdisciplinar do Labeppe, que vive hoje um intenso diálogo com o Labieb, sediado no Instituto de Estudos Brasileiros da USP-SP, estabeleceu um novo norte para as atividades do Comunica, que, pautadas pelo quadro da análise do discurso de tradição francesa, adotaram uma abordagem mediológica no estudo das mediações entre sujeitos e objetos técnicos (Debray, 2000). Trata-se de pôr no centro das investigações a noção de mídium, considerando que os tipos de suporte e os modos de circulação se amalgamam e participam da produção dos sentidos: não há enunciados anteriores à inscrição material na qual se enunciam. Mais precisamente, trata-se de trabalhar com uma perspectiva que considera o valor sígnico das materialidades inscricionais, o que demanda que se analisem os enunciados na sua condição “encarnada” ou, noutros termos, que se considerem os textos na sua condição de vetores de sensibilidade que dão sustentação a matrizes de sociabilidade. Dedicada aos regimes discursivos ditos constituintes (Maingueneau, 2006), essa abordagem tem consequências importantes para o entendimento da transitividade das autorias, vistas, então, como paratópicas. Assim, os dois projetos de pesquisa previstos para o biênio 2018-2020 retêm suas especificidades, mas são convergentes. Intitulam-se: i) Estudos de mídium: os objetos editoriais como vetores de sensibilidade; ii) Materialidades do literário: objetos editoriais e circuitos de partilha. Pesquisadores de dois programas de pós-graduação – PPGL e PPGLit, ambos da UFSCar – distribuem-se nesses projetos conforme os temas de que se ocupam, mas trabalham em permanente troca, sistematizada nos seminários quinzenais de leitura coletiva.

Palavras-chave: Mídium; Discursos constituintes; Paratopia criadora.

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III Fórum Nacional sobre a Formação e a Atuação Profissional do Revisor de Textos

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O III Fórum Nacional sobre a Formação e a Atuação Profissional do Revisor de Textos acontecerá nos dias 16 e 17 de março de 2017 na Universidade Federal de São Carlos – UFSCar, campus São Carlos. Com o objetivo de dar continuidade aos encontros anteriores (de 2009, na PUC Minas, em Belo Horizonte, e de 2015, na UESB, em Vitória da Conquista), esta edição pretende ser um espaço de compartilhamento de experiências entre profissionais em atividade no mercado de trabalho externo à universidade, estudantes em formação e pesquisadores das problemáticas relativas à edição de textos.

atividade ligada ao III Fórum Nacional do Revisor de Textos

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O Ciclo de Oficinas “A Escrita Criativa e o Trabalho com o Literário” insere-se no contexto de realização da terceira edição do Fórum Nacional Sobre a Formação e a Atuação Profissional do Revisor de Textos (https://forumnacionaldorevisor.wordpress.com), a ser realizado na Universidade Federal de São Carlos nos dias 16 e 17 de março de 2017, atuando como uma atividade pré-evento com caráter de formação. O Ciclo se propõe como uma série de 4 (quatro) oficinas de 2 horas de duração cada, ao longo do início de março de 2017. As quatro oficinas são voltadas a algumas das temáticas do Fórum, com enfoque na Escrita Criativa e na Mediação Editorial. Cada oficina se volta a uma etapa diferente do processo criativo e editorial das vidas dos textos.

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atividades ligadas ao Instituto de Línguas – UFSCar

no programa Línguas, linguagens e culturas:

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  • curso de formação básica em revisão de textos (Instituto de Línguas – UFSCar)

coordenadora:
Profa. Dra. Luciana Salazar Salgado

tutoras:
Letícia Clares
Luciana Rugoni

Com vistas a promover uma formação básica em tratamento editorial de textos para a comunidade interna e externa à universidade, o curso revisão de textos foi oferecido pela primeira vez no IL, de 05 de setembro a 05 de dezembro de 2016, com 25 vagas e carga horária de 30 horas. Coordenado pela Profa. Dra. Luciana Salazar Salgado e aprovado pela Pró-Reitoria de Extensão da UFSCar, foi ministrado em parceria pelas alunas de pós-graduação Letícia Clares (na ocasião, mestranda) e Luciana Rugoni (doutoranda). O curso também teve como objetivo a coleta de dados para a pesquisa de doutorado de Rugoni, e a ementa está disponível aqui.

  • grupo de estudos do discurso literário (Instituto de Línguas – UFSCar)

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(clique aqui para planejamento de leituras e informações)

coordenadores:
Amanda Chieregatti
Claudia Maria de Serrão
Pedro Alberto Ribeiro

Trata-se de um conjunto de 7 encontros pautados por leituras coletivas que ensejam a constituição de um grupo permanente de trabalho sobre autoria, como parte extensionista do Projeto “O literário na cibercultura: criação, edição e circulação na contemporaneidade”. Justifica-se esta proposta no âmbito da extensão justamente por se tratar de leituras teóricas que subsidiam a reflexão sobre situações empíricas que têm gerado necessidades regulamentadoras complexas, suscitando reflexões sobre copyright, sistema Creative Commons e, mais amplamente,sobre atribuições profissionais que transitam entre a criação e a edição. Tema centenário, senão milenar, é retomado desde o advento da web 2.0 numa cultura de conexões e convergências que densifica a problemática.

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Participação na JIG 2016

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