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Que educação pra quem? Entrevista com Daniel Cara sobre o projeto de Lemann: a privatização da educação no Brasil

Calote das Americanas, Ambev, fundação Lemann… como essas coisas se conectam?

Dona do ChatGPT lança ferramenta “imperfeita” para detectar texto gerado por Inteligência Artificial

O ChatGPT é um programa gratuito que gera texto em resposta a uma solicitação, incluindo artigos, ensaios, piadas e até poesia

2 de fevereiro de 2023, 04:54, Portal 247

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(Foto: Divulgação)

TORONTO, Canadá (Reuters) – A OpenAI, criadora do popular chatbot ChatGPT, lançou uma ferramenta para identificar texto gerado por inteligência artificial, informou a empresa nesta quarta-feira.

O ChatGPT é um programa gratuito que gera texto em resposta a uma solicitação, incluindo artigos, ensaios, piadas e até poesia, que ganhou grande popularidade desde sua estreia em novembro, ao mesmo tempo em que criou preocupações sobre direitos autorais e plágio.

O classificador de inteligência artificial, um modelo de linguagem treinado no conjunto de dados de pares de texto, visa distinguir o texto escrito por robôs. O programa usa uma variedade de fontes para resolver problemas como campanhas automatizadas de desinformação e desonestidade acadêmica, disse a empresa.

Em seu modo beta público, a OpenAI reconhece que a ferramenta de detecção não é muito confiável em textos com menos de mil caracteres e que o texto escrito por inteligência artificial pode ser editado para enganar o classificador.

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A obra de arte na era da dispensabilidade de artistas

Já é possível escrever e ilustrar um livro inteiro em algumas horas com inteligência artificial. O que isso significa para o mercado das ideias?

PublishNews, Julio Silveira, 31/01/2023

Você talvez tenha visto, em meio às “informações” que jorram aos borbotões em suas redes, a notícia de um livro infantil escrito e ilustrado por “inteligência artificial”. O fait divers dava conta do fim de semana em que um certo Ammaar Reshi usou um “gerador de textos” para compor um livro infantil e um “gerador de imagens” para ilustrá-lo. No domingo à noite, o livro já estava à venda na Amazon. Reshi seria talvez o primeiro “autor” de um livro que ninguém escreveu e que ninguém ilustrou.

A tecnologia não é nova, mas parece que na virada do ano alcançou o patamar da HAL 9000 de Arthur Clarke: uma entidade algorítmica que se faz passar por humano — e o excede. O “gerador de texto” chama-se ChatGPT e é capaz de escrever instantaneamente desde receitas de bolo a tratados hagiográficos. E, sim!, pode escrever livros, no gênero e estilo que o freguês pedir. Eis um video com um passo-a-passo, do título aos capítulos ao texto; da orelha às avaliações de clientes:

A capa e as ilustrações podem ser feitas do mesmo modo: um “comando” obedecido em menos de um minuto por um “robô”. Em outras palavras, o que importa agora é saber perguntar, não saber a resposta. Pode-se comandar que o sistema, por exemplo, «/imagine um menino conversando com uma máquina-de-escrever-robô, ilustração de livro infantil com lápis pastel». Antes que eu chegasse ao fim desse parágrafo, o Midjourney já tinha “pintado” a imagem abaixo. O deslumbramento com o resultado acaba quando você acrescenta ao comando «ilustrado por Ziraldo». Ou «escrito por Luis Fernando Veríssimo».

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O guerrilheiro do conhecimento livre – Aaron Swartz

Aaron Swartz em São Francisco em 4 de fevereiro de 2008. Foto de Noah Berger/Reuters

POR Leonardo Foletto, Jocabin

Este mês completa 10 anos que o ativista Aaron Swartz nos deixou. Militante prodígio pela internet livre, ele participou de projetos importantes para democratizar o acesso ao conhecimento para todos e fornecer meios seguros para jornalistas receberem vazamentos – o que acabou fazendo dele um alvo das Big Techs e do Estado norte-americano.

Dia 11 de janeiro de 2023 completou 10 anos da morte de Aaron Swartz.

Ativista pelo conhecimento livre, programador genial, pensador autodidata, “sociólogo encarnado”, como ele mesmo se chamava, se suicidou aos 26 anos depois de sofrer uma brutal perseguição judicial nos Estados Unidos. O processo veio por conta de um suposto roubo de arquivos do repositório acadêmico da JSTOR, uma das maiores organizações de compilação e acesso pago a artigos científicos do mundo, enquanto era estudante do Massachussetts Institute of Technology (MIT).

Aaron foi preso pela polícia em 6 de janeiro de 2011 por acusações de invasão de domicílio, após conectar um computador à rede do MIT e configurá-lo para baixar artigos da JSTOR usando uma conta de usuário convidado emitida para ele pela universidade. Em poucos dias, baixou mais de 4 milhões de artigos científicos, que pretendia disponibilizar para todos – não se sabe de qual modo – seguindo os princípios que ele defendia do acesso aberto. 

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Lula se emociona em encontro com reitores e afirma que “a gente não tem dimensão do retrocesso que aconteceu nesse país”

“O Brasil não merecia ter passado por isso”, afirmou o presidente

247, 19 de janeiro de 2023, 12:54

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Lula (Foto: Reprodução)

247 – Acompanhado da ministra da Ciência e Tecnologia, Luciana Santos (PCdoB), do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), do ministro da Educação, Camilo Santana (PT), e do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Márcio Macêdo (PT), o presidente Lula (PT) se reuniu na manhã desta quinta-feira (19) com reitores de universidades.

“O encontro com vocês é o encontro da civilização”, classificou o Lula, lembrando que durante seus dois primeiros mandatos fazia encontros anuais com os reitores: “eu nunca consegui compreender qual era a dificuldade que um presidente da República tinha de se encontrar com reitores uma vez por ano.

Não conheço presidente que tenha recebido conjunto de reitores, e a única explicação era medo de que vocês iriam fazer reivindicações. Eu e o Haddad colocamos em prática a ideia de que todo ano a gente tinha que fazer uma reunião. Vocês sempre apresentavam uma pauta de reivindicação, a gente estudava aquela pauta e no ano seguinte a gente fazia uma reunião, avaliava o que tinha sido atendido e vocês apresentavam outra pauta”.

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Iphan detalha prejuízos causados pelo terrorismo e divulga imagens impressionantes da destruição de Brasília

Órgão divulgou nesta quinta-feira um extenso relatório sobre os danos totais referentes a destruição promovida pelos terroristas no dia 8 de janeiro

247, atualizado em 18 de janeiro de 2023, 12:29

íntegra do relatório do Iphan

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(Foto: Iphan)

247 – O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) divulgou nesta quarta-feira (18) um relatório apontando um prejuízo histórico ao patrimônio brasileiro, consequência da destruição promovida pelos terroristas bolsonaristas no dia 8 de janeiro, na cidade de Brasília.

O relatório detalha os itens que foram destruídos pelos vândalos e está dividido em quatro partes. Na primeira, são descritos os principais danos aos bens imóveis e móveis, com a listagem de ações emergenciais, de médio e de longo prazo que podem ser tomadas com o objetivo de restaurar e devolver os bens a seu estado prévio. 

Na segunda, são enumerados os recursos que podem ser utilizados pela administração pública em razão do Conjunto Urbanístico de Brasília ser considerado um Patrimônio Cultural Mundial. 

Na terceira, é apresentado um levantamento preliminar de corpos técnicos que podem contribuir com etapas posteriores do processo de análise e restauro. Na quarta e última parte, estão os registros fotográficos das vistorias, com a descrição sintética dos danos encontrados.  

Confira abaixo algumas imagens dos danos promovidos e a íntegra do relatório: 

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Formas distribuídas de propriedade e autoria culturais

UFSCar em defesa da Democracia e em repúdio aos atos terroristas contra o patrimônio público e os Três Poderes da República

Comunicado CCS, 08/01/2023

Estarrecidos diante das notícias de atos golpistas nas últimas horas, que atacam violentamente o patrimônio público brasileiro e, ainda mais grave e simbólico, os Três Poderes da República e, assim, a própria democracia, Administração Superior e entidades representativas da Comunidade UFSCar – APG, ADUFSCar, SinTUFSCar e DCE Livre – vêm a público conjuntamente repudiar essas ações terroristas: invasão da Praça dos Três Poderes seguida de vandalismo no Palácio do Planalto, no Congresso Nacional e no Supremo Tribunal Federal.
Estarrecidos, porém não surpresos. As movimentações foram planejadas e amplamente anunciadas nas redes sociais nas últimas semanas, sem a devida reação do Governo do Distrito Federal, por isso agora sob Intervenção Federal decretada pelo Presidente da República. Também há indícios de conivência de forças de segurança pública do DF e de congressistas fiéis ao ex-Presidente da República.
Essa movimentação, que busca repetir o que foi o ataque ao Capitólio nos Estados Unidos em 2020, é o ápice de um conjunto de ações golpistas que desrespeita o resultado das urnas e avança no seu objetivo de desmantelar os aparelhos institucionais. Ações não espontâneas, ou seja, fomentadas e financiadas por lideranças que precisam ser devidamente identificadas e responsabilizadas, que não representam a vontade da população brasileira.
Essa população, portanto, deve se reunir em torno da defesa do Governo legitimamente eleito e empossado, da Constituição Federal e do Estado Democrático de Direito. Devem ser investigadas e devidamente responsabilizadas todas as pessoas envolvidas, com destaque a gestores e outros servidores públicos coniventes e, também, àqueles que financiam esses atos terroristas. Deve, por fim, ser concluída com celeridade a ação de encerramento de acampamentos e bloqueios viários antidemocráticos.
Tem se tornado frequente a utilização do termo “baderna” para qualificar o momento triste de nossa história que vem se desenrolando nas últimas horas e, embora sejam, de fato, baderneiros, que depredam também o patrimônio que é de todos os brasileiros e todas as brasileiras, precisam ser caracterizados adequadamente como inimigos da Democracia e da própria liberdade que tanto afirmam defender.
Ver as forças de segurança pública subindo a rampa do Palácio do Planalto para conter os golpistas apenas uma semana após a emblemática imagem do Presidente da República recém-empossado subindo a mesma rampa ladeado pelo povo brasileiro representado por um conjunto diverso e significativo de pessoas deve, ao mesmo tempo, causar, claro, indignação, mas também nos motivar ainda mais à luta e ao trabalho pela superação dos imensos desafios que temos à frente, para unificação e reconstrução de nosso país.

A UFSCar está alerta e a postos para combater esses ataques.

Democracia sempre, Ditadura Nunca Mais!

Secom terá competência para o enfrentamento à desinformação na internet

Decreto assinado por Lula prevê a criação da Secretaria de Políticas Digitais no âmbito da Secom. Trabalho será conduzido por João Brant, sob a supervisão do ministro Paulo Pimenta

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2 de janeiro de 2023, 08:40 h Atualizado em 2 de janeiro de 2023, 09:09

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Paulo Pimenta (Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados)

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247 – Edição do Diário Oficial da União (DOU) deste domingo (1) elenca as competências da Secretaria Especial de Comunicação Social do governo Lula (PT), chefiada pelo ministro Paulo Pimenta (PT-RS).

A Secom contará com a Secretaria de Políticas Digitais, que será dividida entre Departamento de Promoção da Liberdade de Expressão e o Departamento de Direitos na Rede e Educação Midiática. 

Caberá à Secretaria de Políticas Digitais, dentre outras competências: 

  • formular e implementar políticas públicas para promoção da liberdade de expressão, do acesso à informação e de enfrentamento à desinformação e ao discurso de ódio na Internet, em articulação com o Ministério da Justiça;
  • apoiar medidas de proteção a vítimas de violação de direitos nos serviços digitais de comunicação, em articulação com outros ministérios;
  • formular políticas para a promoção do pluralismo e da diversidade midiática e para o desenvolvimento do jornalismo profissional;
  • formular políticas para a promoção de conteúdo brasileiro no ambiente digital, em articulação com o Ministério da Cultura; 
  • formular e implementar políticas públicas para promoção do bem-estar e dos direitos da criança e do adolescente no ambiente digital, em articulação com o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania;
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