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Fundação Saramago faz alerta sobre ameaças de morte ao escritor Julián Fuks feitas por bolsonaristas

“As autoridades competentes devem garantir a sua segurança e a da sua família e investigar as origens dos ataques”, cobrou a Fundação José Saramago em nota

1 de setembro de 2022, 15:06 h, atualizado em 1 de setembro de 2022, 15:16, Brasil 247

www.brasil247.com - Escritor Julián Fuks
Escritor Julián Fuks (Foto: Divulgação)

247 – A Fundação José Saramago, sediada em Portugal, cobrou que autoridades brasileiras garantam a segurança do escritor Julián Fuks e seus familiares em função das ameaças de morte feitas por apoiadores de Jair Bolsonaro (PL) e militantes da extrema direita. 

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PROGRAMA DE EMERGÊNCIA PARA A SOBERANIA DIGITAL

O documento diz que o Brasil não pode continuar com seu “rumo tecnológico ditado pelas consultorias internacionais ligadas à big techs”

A carta pode ser vista e assinada aqui: https://cartasoberaniadigital.lablivre.wiki.br/carta/

Por BaixaCultura em 17 ago 2022 11:07 – Conteúdo público

Ontem foi dia de participar da gravação do Podcast Tecnopolítica, comandado por Sérgio Amadeu, no Tuca Arena, na PUCSP. Foi um debate com uma série de convidados para pensar num plano de emergência para a soberania digital, a partir de uma carta endereçada a Luiz Inácio Lula da Silva, do PT. O documento diz que o Brasil não pode continuar com seu “rumo tecnológico ditado pelas consultorias internacionais ligadas à big techs” e critica o modelo de concentração de mercado em que gigantes transnacionais extraem dados sensíveis e de grande valor econômico da população brasileira para alimentar seus sistemas algorítmicos – e, assim, venderem produtos em “condições assimétricas e abusivas”.

São 9 pontos centrais:

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Apple, Google, Microsoft e Amazon usaram ouro ilegal de terras indígenas brasileiras

Revelamos como o ouro ilegal sai da Amazônia e termina no seu celular ou computador. As 4 empresas mais valiosas do mundo foram o destino final do produto de duas refinadoras, a italiana Chimet e a brasileira Marsam, que têm produção contaminada por metal extraído de garimpos clandestinos

Por Daniel Camargos*, de Redenção e Tucumã (PA) | 25/07/22, Repórter Brasil

(Arte: Giovana Castro e Thalita Rodrigues/Shake Conteúdo Visual)
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A privatização da internet foi um fracasso

POR Paris Marx, Tradução, Sofia Schurig Jacobin Brasil

Em vez de realizar suas promessas utópicas, a privatização da internet teve consequências terríveis: proporcionaram novos meios de exploração das pessoas marginalizadas, possibilitaram uma nova onda de radicalização da direita e ajudaram a criar um mundo ainda mais desigual. Precisamos desprivatizar a rede e resgatar o ideário da internet pública.

Resenha do livro Internet for the People: The Fight for Our Digital Future, de Ben Tarnoff (Verso Books, June 2022)

pós várias décadas de experiência com a Internet, parece que chegamos a uma encruzilhada. A conexão que ela permite e as diversas formas de interação que dela crescem trouxeram, sem dúvida, benefícios. As pessoas podem se comunicar mais facilmente com outras que amam, acessar o conhecimento para se manterem informadas ou entretidas e encontrar uma miríade de novas oportunidades que de outra forma poderiam estar fora de alcance.

Mas se você perguntar às pessoas hoje sobre todos esses atributos positivos, é provável que elas também digam que a Internet tem vários problemas. O novo movimento Brandesiano chamando para “quebrar a Big Tech” dirá que o problema é a monopolização e o poder que as grandes empresas de tecnologia têm acumulado. Outros ativistas podem enquadrar o problema como a capacidade das empresas ou do Estado de usar as novas ferramentas oferecidas por esta infraestrutura digital para intrometer-se em nossa privacidade ou restringir nossa capacidade de nos expressarmos livremente. Dependendo de como o problema é definido, é apresentada uma série de reformas que afirmam conter essas ações indesejáveis e levar as empresas a abraçar um capitalismo digital mais ético.

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Com o maior programa de alfabetização do país, Piauí é alvo da ‘indústria da denúncia’

“Usam técnicos do TCE, já conhecidos na arte de fazer espetáculo, para prejudicar os mais pobres”, diz Wellington Dias

Por Redação RBA, Publicado 18/07/2022 – 19h21, Marcello Casal Jr./ABR

alfabetização

A meta do Piauí é alcançar acima de 200.000 pessoas alfabetizadas e reduzir de 16% para 8% a população com mais de 15 anos analfabeta e chegar assim à média brasileira

São Paulo – Com o maior programa de alfabetização do país e reconhecido na área da educação, o Piauí virou alvo da chamada “indústria da denúncia”. Com saudade do tempo em que faziam assessoria de imprensa para a Operação Lava Jato, alguns veículos passaram a divulgar reportagem ao estilo golpista.

E chegam a afirmar que, segundo relatório do Tribunal de Contas do Estado (TCE), a Secretaria da Educação incluiu “mais de mil mortos, além de servidores públicos” em uma política “milionária” de combate ao analfabetismo. Isso nas gestões do ex-governador Wellington Dias (PT), pré-candidato favorito ao Senado, e da sua sucessora, a professora Regina Sousa, do mesmo partido.

“Fizeram uso da indústria de denúncia e usando técnicos do TCE, já conhecidos na arte para fazer espetáculo e uso na disputa eleitoral de 2022″, disse Wellington, ressaltando que o objetivo dos denunciantes é parar o programa. E, como sempre, prejudicar os mais pobres. “É só isto que querem, nada mais. Graças a Deus, conselheiros e conselheiras do TCE assumiram a coordenação do processo e passaram a trabalhar dentro da lei. Que bom que o TCE está acompanhando, nos dá segurança para fazer o melhor! E sugestões para aperfeiçoar serão muito bem vindas.”

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Cultura exige recriação do ministério, políticas de fomento e mais acesso da população

Debate aponta medidas urgentes para a “reconstrução” do setor, com a esperada mudança de governo a partir de 2023

Por Vitor Nuzzi, da RBA, Publicado 16/06/2022 – 08h07

Reprodução

Cultura

Pesquisadores e ativistas afirmam que a cultura também é um dos meios de combate à desigualdade (Tela: ‘Chorinho’, de Candido Portinari, 1942)

São Paulo – Alvo da fúria do atual governo, a cultura brasileira, assim como outras áreas, terá um trabalhoso processo de reconstrução caso se confirme a mudança de governo a partir de 2023. Ex-ministros e pessoas atuantes no setor apontam como medidas urgentes a recriação do Ministério da Cultura, a elaboração de novas políticas de fomento e políticas que garantam oportunidade de formação – repetiu-se o termo “escola de cultura” – e acesso para garantir acesso da população.

Dificuldades, erros de outras gestões e sugestões para o próximo período foram discutidos em seminário virtual, promovido ontem (15), pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), como parte dos preparativos para sua 74ª reunião anual, de 24 a 30 de julho. A série de seminários tem como tema justamente “Projeto para um Brasil novo”.

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Sandra Benites, 1ª curadora indígena do Masp, pede demissão após exclusão do MST em mostra

Museu diz que obras não entraram na exposição ‘Histórias Brasileiras’ por descumprimento de prazo; Sandra Benites rebate e diz que não foi avisada sobre o calendário oficial

17 de maio de 2022, 21:37 atualizado em 17 de maio de 2022, 21:5, via Brasil 247

www.brasil247.com -
(Foto: Divulgação/MASP)

Carta Capital – Anunciada em dezembro de 2019 como a primeira curadora indígena de um museu de arte no Brasil, Sandra Benites pediu demissão do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, o Masp, após a exclusão de seis fotografias de uma exposição a ser realizada a partir de 1º de julho.

A antropóloga enviou ao Masp, nesta terça-feira 17, uma carta com o pedido de demissão. Na mostra Histórias Brasileiras, ela assinaria pela primeira vez um projeto após quase três anos como curadora adjunta. As fotografias excluídas faziam parte de um dos oito núcleos da exposição, que levava o nome de Retomadas.

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Money talks: Twitter’s financial backers must use their power to mitigate risks of Musk takeover

12 May 2022 | 10:43 am, Access Now

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Twitter’s shareholders and the financial institutions backing Elon Musk’s bid to take over the company must use their power to center and uphold the human rights of hundreds of millions of people who use the platform across the globe. With no adequate risk mitigation measures in place, Elon Musk’s takeover of the tech giant is jeopardizing the company’s long history of steadily improving protections for human rights, in collaboration with civil society around the world. Through open letters to shareholders and financial institutions, Access Now, and civil society organizations, investors, and investor advocates are calling on these stakeholders to act now and withhold their support and approval for the sale unless the necessary human rights safeguards are put in place. 

“Most of these giant asset management companies and financial institutions have advocated for sustainable and responsible business practices, and made public statements about benefiting society and the public good,” said Laura Okkonen, Investor Advocate at Access Now. “This is the time for them to demonstrate they will actually walk the talk, and apply those ambitious principles to a deal that would profoundly impact people around the world.”

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People are still angry about the UK’s 2020 grading algorithm experiment

by Josephine Lulamae

Does anyone remember how two years ago, in the depths of the pandemic, the UK government decided to let a computer give everyone their A-level grades, based in part on their schools’ “historic performance”? Major class divides were exposed. The government quickly reversed their decision; students were given grades predicted by their teachers instead. But at that point, lots of kids had already lost their university places. They were told they could reapply next year. Hardly anyone talks about it anymore.
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