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Você sabia que “Roque Santeiro” foi censurada pela ditadura antes mesmo de virar novela?

Jornalista lança livro que narra os motivos de a obra do dramaturgo Dias Gomes ter sido impedida de virar peça em 1965, novela em 1975 e, finalmente, exibida em 1985, porém com cerca de 600 páginas cortadas

Opera Mundi, 11 de out de 2019 às 14:45

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Os algoritmos estão ajudando a criar novos machistas?

Com o crescimento de grupos digitais de ódio a mulheres surge a questão: a culpa é só dos humanos ou a tecnologia ajuda esse processo?


por Helena Bertho, AzMINA
8 de outubro de 2019


Vídeos e memes são o primeiro contato de meninos com discursos de misoginia.
Foto: Pixabay

“Para ser feminista você tem que ter um QI [quociente de inteligência] muito baixo mesmo, por volta ali dos 70, que é o limite entre a sanidade e o retardamento mental”, diz um youtuber em seu canal, explicando porque considera que as feministas, que se comportam “como cadelas no cio”, são as culpadas pela desvalorização das mulheres pelos homens.

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Silvia Federici: Matar as mulheres é a forma mais eficaz de destruir a resistência

Por Pamela Oliveira/Brasil de Fato

Autora de “O Ponto Zero da Revolução” aponta a cooperação como saída para enfrentar um sistema cada vez mais violento.

O aumento da violência contra as mulheres e a feminização da pobreza ao redor do mundo estão atrelados aos processos de acumulação do atual estágio do capitalismo. Esta é a avaliação de Silvia Federici, historiadora e pesquisadora feminista italiana, que está no Brasil para o lançamento de seu segundo livro em português.

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Hábitos digitais estão ‘atrofiando’ nossa habilidade de leitura e compreensão?

Paula Adamo Idoeta – @paulaidoeta, BBC News Brasil em São Paulo 25 abril 2019

Será que uma geração que se acostumou a ler tudo online vai perder o poder de fazer uma leitura profunda e crítica de um texto complexo? (Getty Images )

A neurocientista cognitiva americana Maryanne Wolf costuma ser abordada, em suas palestras e aulas, por pessoas que se queixam de não conseguir mais se concentrar em textos longos ou “mergulhar” na leitura tão profundamente quanto conseguiam antes.

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Arma do bolsonarismo contra pensamento crítico é perseguição e desmonte da cultura

Batalha ideológica do governo Bolsonaro e seus seguidores nos estados passa por censura, tentativa de sufocar a produção cultural e propagação de estupidez

Publicado por Rodrigo Gomes, da RBA em 08/09/2019

PONTO DE CULTURA ARTE E FATO/PALMAS TO.
Programa Cultura Viva chegou a ter R$ 216,1 milhões em 2010, hoje tem apenas R$ 3,7 milhões e tende a desaparecer

São Paulo – Uma das primeiras ações do governo de Michel Temer, logo após o golpe parlamentar de 2016, que resultou no impeachment da presidenta da República Dilma Rousseff (PT), foi tentar extinguir o Ministério da Cultura. A reação de organizações e de artistas pressionou o então presidente a recuar. Apesar disso, os orçamentos das políticas públicas desenvolvidas pela pasta não resistiram ao movimento de desmonte que se seguiu. O orçamento geral da cultura, bem como sua participação percentual no conjunto das verbas federais, despencou.

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Biblioteca Ayacucho en acceso abierto

Fonte: Boletim CLACSO, 11 de setembro de 2019.

“BIBLIOTECA AYACUCHO es la iniciativa editorial más importante de la cultura latinoamericana y caribeña. Fundada en 1974 en homenaje a la batalla que en 1824 significó la emancipación política de Nuestra América, estuvo desde su nacimiento promoviendo relaciones dinámicas y constantes entre el presente y el pasado americano, revalorándolo críticamente desde la perspectiva de nuestros días.

A través de sus 8 colecciones – entre las que sobresale su Colección Clásica – BIBLIOTECA AYACUCHO mantiene vivo el legado cultural de nuestro continente, como conjunto apto para la transformación social, política y cultural de nuestros países y de la región.

El Ministerio de Cultura para el Poder Popular de Venezuela, CLACSO y la Fundación Biblioteca Ayacucho combinaron esfuerzos y voluntades para poner a disposición una selección de libros de la Colección Clásica en acceso abierto y que las y los lectores de nuestro continente y del mundo puedan acceder a lo mejor de nuestras tradiciones, expresión de la vitalidad y pluralidad del pensamiento social americano y caribeño.”

Acesse a biblioteca!

Escritores, editoras e leitores não aceitam censura de Crivella na Bienal do Rio

06 de setembro de 2019, 17h24

Revista Fórum

Leitores não se intimidaram com a determinação de Crivella enquanto editoras e autores não aceitaram as imposições do prefeito do Rio de Janeiro
Imagem postada no Twitter da Companhia das Letras | Reprodução/Twitter Por Lucas Rocha

A tentativa de censura imposta pelo prefeito Marcelo Crivella não foi aceita na Bienal do Livro do Rio de Janeiro. A organizadora, GL eventos, editoras e escritores se rebelaram contra a determinação autoritária para com livros de temática LGBT. Segundo ele, o “homossexualismo” não deve ser acessível a jovens e crianças. Nessa cruzada, ele tentou retirar quadrinhos e romances infanto-juvenis das prateleiras e colocar avisos “+18” em publicações que passavam longe do erotismo.

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BaixaCharla ao vivo #3: Depois do Futuro, Bifo

baixacultura, posted on 30 de agosto de 2019

Nossa terceira BaixaCharla vai falar de “Depois do Futuro”, de Franco Berardi, vulgo Bifo, publicado em 2009 na Itália e no Brasil este ano, na ótima coleção “Exit” da Ubu. Já citado nesse post e guia de nosso curso-experimento “Tecnopolítica e Contracultura“, o livro repassa as vanguardas do século XX para mostrar como o futuro, até os anos 1970, era visto com esperança e confiança. Depois de 1977, porém, o progresso como uma linha evolutiva para um mundo melhor, com mais conhecimento e tecnologia, se mostrou uma fantasia. Em vez de promissor e brilhante, o porvir que aguarda as novas gerações nascidas em berço digital, precarizadas e altamente conectadas, é incerto e amedrontador.

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Quando as tecnologias de controle social se encontram: austeridade fiscal, Facebook e fascismo no início do século XXI

Por José Raimundo Trindade, Boletim Carta Maior, 07/08/2019 12:27

(Netflix/Reprodução)
(Netflix/Reprodução)

O texto que segue trata da atual lógica de controle social e econômico estabelecido não somente no Brasil como multiplicado em todo planeta. A leitura resulta da análise e pontos de encontro de duas obras que julgo sejam vitais para entendermos e tratarmos a atual crise fascista e farsesca brasileira: o livro de Naomi Klein (A doutrina do choque: a ascensão do capitalismo de desastre. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2008, acessível em: https://yadi.sk/i/vavSBK-tuwOmBQ) e o documentário de Karim Amer e Jehane Noujaim (Privacidade Hackeada, acessível em: https://www.netflix.com/br/title/80117542).

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