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Facebook superestima visualizações de vídeo

O erro de métrica, revelado por meio de comunicado às agências, pode ter beneficiado a plataforma em detrimento de concorrentes.


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Segundo o “Wall Street Journal”, o Facebook teria superestimado, por dois anos, o tempo médio que os usuários passam assistindo a vídeos publicados na plataforma, num erro de métrica que interferiu na avaliação que agências de publicidade fazem das campanhas veiculadas no site.

captura-de-tela-2016-09-26-as-19-33-02Apesar de o Facebook, de acordo com a notícia publicada hoje pelo WSJ, ter informado que o erro ocorreu apenas em uma das ferramentas de medição utilizadas, o problema causou desconforto no mercado publicitário.

A empresa, que pediu desculpas, informou ainda que o erro não alterou o número de pessoas que assistiram aos vídeos, apenas o tempo de exposição a eles.

O comunicado que revelou o problema explicava que a métrica usada pela rede social para o tempo médio de permanência dos usuários nos vídeos estava artificialmente inflada, porque estava apenas computando visualizações de mais de três segundos. O normal, segundo o Facebook, seria dividir o tempo total assistindo às imagens dividido pelo número de pessoas que deram “play”. A companhia dizia também que estava introduzindo uma nova métrica para corrigir o problema.

Mas, segundo a agência Publicis Media, ainda segundo o “Wall Street Journal”, um relato posterior do Facebook mais detalhado revelou que o método de contagem anteriormente adotado superestimou o tempo médio gasto assistindo vídeos, provavelmente entre 60% e 80%. A audiência inflada pode ter afetado as decisões das empresas sobre quanto gastar em propaganda, elevando a fatia do Facebook em detrimento de outras plataformas, como YouTube e Twitter, e até mesmo das emissoras de TV.

O episódio levanta o debate sobre o domínio de empresas com Facebook e Google sobre as métricas, já que não permitem que seus números sejam auditados por terceiros. (Com noticiário internacional)

 

***

Facebook bloqueia contas de jornalistas palestinos

O site cortou a conta de sete profissionais de agências de notícias palestinas, com mais de 5 milhões de seguidores. As contas já foram restauradas.


Tele Síntese

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O Facebook está sendo acusado de censurar jornalistas palestinos. Segundo Eletronic Intifada, contas pessoais de editores e executivos de dois dos maiores veículos de notícias da Palestina foram bloqueadas. Em comunicado, a companhia admitiu o “erro” e afirmou que o acesso já foi restaurado.

O site fez recente acordo como governo de Israel para bloquear conteúdos que supostamente incidem violência. E os jornalistas que tiveram suas contas censuradas acreditam que a medida tenha sido resultado desse acordo. Foram bloqueadas as contas de quatro editores do Shehab News Agency e três executivos do Quds News Network. Essas duas agências atuam nos territórios da Palestina ocupados e possuem mais de 5 milhões de seguidores cada.

“As páginas foram removidas erroneamente e restauradas assim que fomos capazes de investigar”, respondeu o Facebook após a publicação da notícia pela Intifada. (com agências internacionais).

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